Em 2011, mais de 200 mil operários se rebelaram
nos canteiros de obra do PAC. Milhares de
professores das redes estaduais se mobilizaram
pelo cumprimento do piso nacional. Servidores
nas universidades federais, bombeiros, trabalhadores
dos correios e aeroviários deflagraram
lutas em todo o país. Estudantes e professores
bateram-se pela democracia nas universidades.
A luta classista rompe a crosta do oportunismo
e da opressão.
Obras da copa do mundo, como a do Maracanã,
foram palco de revoltas e greves em todo o país
Entrevista com Elizabeth
Silveira e Silva, vice-presidente
do Grupo Tortura Nunca Mais
do Rio de Janeiro, irmã de Luiz
René Silveira e Silva, guerrilheiro
do Araguaia "desaparecido" desde 1974, em circunstâncias
nunca esclarecidas. Ela falou
ao AND sobre a dita "comissão
da verdade" e sobre a luta por
justiça dos ex-presos políticos,
lutadores do povo e familiares
dos militantes torturados, assassinados
e "desaparecidos" pelo regime militar-fascista.
Estudantes, professores,
militantes do movimento popular
e democrático de Rondônia
realizaram atos em Porto
Velho e Rolim de Moura em
defesa da posse da terra pelos
camponeses que retomaram
a Fazenda Santa Elina. Exército
e Aeronáutica, bem como a
Força Nacional, permanecem
na região e camponeses denunciam
preparação de novo
massacre. Foto: Ato em defesa dos camponeses de Santa Elina (Rolim de Moura - RO)
Somente em 2011, foram militarizadas, na zona Norte do Rio,
as favelas São João, Matriz e Quieto, nos bairros do Engenho Novo,
Sampaio e Riachuelo; Coroa, Fallet e Fogueteiro, no bairro do
Rio Comprido; Escondidinho e Prazeres, em Santa Tereza; São
Carlos, no Estácio; e na zona Sul, as favelas Rocinha e Vidigal,
nos bairros Leblon e São Conrado.
Os Estados imperialistas,
que em 2008 e 2009 mobilizaram
montantes astronômicos
de dinheiro público para salvar
os bancos, enfrentam quebradeira
geral. Leia esse e outros
aspectos na retrospectiva dos
fatos e desdobramentos da crise
geral do imperialismo.
Perseguido, espancado e ameaçado de morte, Dionísio Xavier
Silveira não abriu mão dos seus princípios durante o tempo em
que escreveu e imprimiu artesanalmente A Palavra, numa velha
tipografia instalada numa casa de madeira do bairro Casa Preta,
em Vila Rondônia, atual Ji-Paraná, oferecendo à sua gente um
jornal que traduzisse o momento conturbado vivido sob o tacão
do regime militar-fascista.
Filho de camponeses
do Vale do Jequitinhonha,
Minas
Gerais, Gildásio Jardim
retrata o povo do
campo, sua vida e sua
luta, aproveitando as
vibrantes estampas
do tecido de chita como
tela para sua arte.
Advogado,
ator, diretor de peças teatrais e radialista, foi esta última a
profissão que mais o realizou, levando-o a dar aulas de radialismo em
uma universidade carioca. Neste livro Dylmo apresenta um guia com
soluções para combater a negatividade, provando que na vida tudo é
possível.