A Nova Democracia

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Ano X, nº 85, janeiro de 2012
Em 2011, mais de 200 mil operários se rebelaram nos canteiros de obra do PAC. Milhares de
professores das redes estaduais se mobilizaram pelo cumprimento do piso nacional. Servidores
nas universidades federais, bombeiros, trabalhadores dos correios e aeroviários deflagraram
lutas em todo o país. Estudantes e professores bateram-se pela democracia nas universidades.
A luta classista rompe a crosta do oportunismo e da opressão.
Obras da copa do mundo, como a do Maracanã, foram palco de revoltas e greves em todo o país

Um ano de gerência Roussef
Entrevista com Elizabeth Silveira e Silva, vice-presidente do Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro, irmã de Luiz René Silveira e Silva, guerrilheiro do Araguaia "desaparecido" desde 1974, em circunstâncias nunca esclarecidas. Ela falou ao AND sobre a dita "comissão da verdade" e sobre a luta por justiça dos ex-presos políticos, lutadores do povo e familiares dos militantes torturados, assassinados e "desaparecidos" pelo regime militar-fascista.
Estudantes, professores, militantes do movimento popular e democrático de Rondônia realizaram atos em Porto Velho e Rolim de Moura em defesa da posse da terra pelos camponeses que retomaram a Fazenda Santa Elina. Exército e Aeronáutica, bem como a Força Nacional, permanecem na região e camponeses denunciam preparação de novo massacre.
Foto: Ato em defesa dos camponeses de Santa Elina (Rolim de Moura - RO)
Somente em 2011, foram militarizadas, na zona Norte do Rio, as favelas São João, Matriz e Quieto, nos bairros do Engenho Novo, Sampaio e Riachuelo; Coroa, Fallet e Fogueteiro, no bairro do Rio Comprido; Escondidinho e Prazeres, em Santa Tereza; São Carlos, no Estácio; e na zona Sul, as favelas Rocinha e Vidigal, nos bairros Leblon e São Conrado.

Os Estados imperialistas, que em 2008 e 2009 mobilizaram montantes astronômicos de dinheiro público para salvar os bancos, enfrentam quebradeira geral. Leia esse e outros
aspectos na retrospectiva dos fatos e desdobramentos da crise geral do imperialismo.
90 anos da fundação
do PCB - Parte IV
Perseguido, espancado e ameaçado de morte, Dionísio Xavier Silveira não abriu mão dos seus princípios durante o tempo em que escreveu e imprimiu artesanalmente A Palavra, numa velha
tipografia instalada numa casa de madeira do bairro Casa Preta, em Vila Rondônia, atual Ji-Paraná, oferecendo à sua gente um jornal que traduzisse o momento conturbado vivido sob o tacão do regime militar-fascista.
Filho de camponeses do Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais, Gildásio Jardim retrata o povo do campo, sua vida e sua luta, aproveitando as vibrantes estampas do tecido de chita como tela para sua arte.
 


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