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Ano 1, n.9, maio de 2003 |
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OpiniõesGrupos de discussão Caros d'A Nova Democracia Tenho apanhado as excelentes matérias do jornal AND, inclusive temos utilizado como matéria de estudo e discussão, na universidade onde trabalho. Recentemente fizemos uma discussão sobre a guerra imperialista contra o Iraque e felizmente pude contar com as excelentes matérias que vocês publicaram com o tema. Um colega sugeriu que façamos um grupo de discussão com o material do jornal e também me pediu para verificar o que vocês fazem com os jornais que não são vendidos. Seu objetivo é passar o jornal adiante, para aqueles que tem interesse no grupo. Aguardamos a orientação de vocês. Nazira Camely AND e a grande imprensa Saudações a uma nova e boa leitura da realidade Tenho 22 anos, curso história na Unimontes (Universidade Estadual de Montes Claros), Norte de Minas. Andando pela biblioteca tive o imenso prazer de encontrar um jornal de tão alta qualidade e também tão bonito. Fiquei impressionada, pois aqui, a universidade não é chegada a essas leituras sobre verdades. A imprensa aqui se resume em mentiras e colunas sociais - as únicas verdades são sobre as intrigas entre a "elite". Mas agora isso é passado. Fiquei feliz em saber que além da biblioteca, também havia AND nas bancas. Fui logo comprar e encontrei o nº 7 na banca da praça Dr. Carlos, no Centro (mesmo com toda antipropaganda de um senhor ranzinza e anti-revolucionário que lá atende, consegui levar o jornal). Já o li quase todo. Gostei muito e meus colegas também. A repercussão na faculdade tem sido boa. As pessoas gostam da seriedade do jornal (coisa difícil na esquerda de nosso país); os professores também têm comentado. As matérias, além de esclarecedoras, são portadoras de um grito "entalado" no povo brasileiro, que a muito se encontra embriagado deste lixo que a televisão e jornais nos obrigam a engolir, como, por exemplo, Big Brother, tipo de m... que torna as pessoas dementes. Ainda sobre o jornal, é muito vivo e atraente, gostei das cores e dos desenhos. Gostaria de dar uma sugestão sobre a propaganda: alguns cartazes pela cidade atrairiam bastante; talvez mais pessoas soubessem que tem nas bancas. Uma matéria que gostaria de ver publicada é sobre a crise da universidade. A situação é de calamidade e acredito não ser só aqui. Muitas vezes, sinto que estou em um colegião, onde quase tudo é burocracia e embromação. Mas também tem muita gente boa, honesta e séria. Tem muita arte e criatividade, tem gente que beija e tem gente que sabuja, tem amigo do povo e "amigo da onça", tem gente da gente e "filhinho de papai", tem literatura de cordel e de cardeal. Enfim, tem história. Gente a fazendo! Gente a negando! Um grande abraço a toda redação, idealizadores e apoiadores. Beatriz de Souza Liberato Chega de covardia e oportunismo ...antes que o povo diga: -"que se vallan todos!" Excelente o jornal. Um alento quando tudo parece perdido. O banditismo internacional avançando, lideranças populares como Lula servindo de assecla dos bandidos. CUT, UNE, UBES, ANPG, PT, PC do B, serviçais dos serviçais do terror imperialista. Tá feio o negócio! Enfim, vosso jornal anima a gente a lutar, dá a sensação de não estar sozinho. Denizalde Pereira A churrasqueira Tal qual na Babilônia, descrita no Antigo Testamento, nunca se viu tanto crime de usura, impenitência, carne, especulação e ignorância. Nunca se viu, em tempo algum, em lugar nenhum, tanto pai matar o filho, o filho matar a mãe e o irmão liquidar o irmão. O grau de civilização da nação brasileira chegou ao fundo do poço, onde as pessoas mal articulam palavras, encontrando-se num patamar inferior ao analfabetismo, resolvendo seus problemas na facada e na bala. Para comprovação de tais fatos, basta abrir os jornais e assistir os "Dapenas" nas TVs. Dapena é uma referência ao Datena. O país emperrou, não sai do lugar; o que o faz ir para trás, aumentando o desemprego e as dores da nação. O país continua aleijado, uma espécie de sátrapa do sistema internacional. No Brasil, nesse momento de tanta desgraça, surgiu um craque barrigudo, barbudo e inculto, mega aposentado, grosseiro, admirador de churrasqueira, que se junta com gente envolvida em todo tipo de improbidade para bater bola e churrasquear. O país encontra-se jogado na mão dos traficantes que viraram artistas de TV e de banqueiros que viraram filantropos... órgãos filantrópicos. Enquanto isso, os nossos rebentos jogam bola ao lado de uma churrasqueira. O Lula cumpre o terceiro mandato do Fernando Henrique Cardoso. O Lula está completando o mandato inacabado do Collor. Os traficantes, os banqueiros e essa politicalha acima epigrafada desmoralizaram a nação. Reclamemos ao destino; com ele, nem Zeus pôde. Fernando Chiarelli Verdades sobre a Previdência Excelente. Enviei e-mail ao presidente Lula sugerindo a leitura do artigo, completíssimo, sobre Previdência, do número 7, para que não se veja a falar inverdades ou meias-verdades na TV, induzido por seus economistas de plantão. Parabéns. Ruy Coelho de Barros Saudações ao antifascismo Senhor diretor-geral, Em nossas mãos a edição nº 8, de abril do corrente ano, do jornal A Nova Democracia, que traz um documento, que tal é a mensagem de Oficiais das Forças Armadas que participavam da Força Expedicionária Brasileira, nos campos de batalha da Itália. A mensagem exalta a Liga de Defesa Nacional, que desde 7 de setembro de 1916 pugna, permanentemente, pela difusão do civismo e do patriotismo para o nosso povo e, por isso, luta sempre em defesa dos interesses nacionais. Pela sua publicação, deseja a direção nacional dessa entidade agradecer a Vossa Senhoria e aos que fazem o jornal A Nova Democracia, por trazerem à tona documento de tão elevado significado, que remonta a 58 anos. As palavras dos então jovens, muitos dos quais já se foram do nosso convívio, retratam bem o papel da Liga de Defesa Nacional, que intransigentemente defende os interesses da nosso pátria, sem se vincular a qualquer facção político-partidária. Com o nosso apreço e consideração, afirmamos ser o compromisso permanente dos integrantes da Liga de Defesa Nacional fazer tudo pelo Brasil. José Carvalho Filho
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