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Ano IV. nº 29, abril de 2006

Índice

Editorial

Opiniões

Energia a serviço de quem?

Agiotagem versus sociedade

Sem válvula de escape

O novo blefe do mínimo

Salário mínimo sob os tributos imperiais

Justiça federal pode anular a receptação da Vale

Quando um (bom) brasileiro toma a palavra

A partilha da Amazônia:
O império requisita a floresta

O fascismo sem alardes

A marcha da arbitrariedade

Para onde vai a Aracruz e o desgoverno

A terra guarani é inegociável

MST persegue mas recebe troco em Quipapá

O novo tempo camponês

Trombas e Formoso: o triunfo camponês

Em que bases residem os "acordos" militares USA/Brasil

Haiti e a inexorável vitória dos povos

Táticas do continuísmo imperialista na Bolívia

O papel da juventude é estudar e defender o povo

A vitória do povo iraquiano será uma vitória universal

O arquétipo do guerreiro sagrado

Cumpadre Boldrim: Aquele que mostra os nossos "cantadô"

A propósito do sistema de Stanilavski

Suor, lágrimas e saudades

"Afasta de mim este cálice"

O direito à creche e a questão do aborto sob o socialismo

Livros indicados para os nossos filhos

Viola caipira: tradição, causos e muita razão

Expediente


Chegou o bloco da farsa eleitoral
Partido único pede votos para continuar a exploração e o entreguismo

Final de "governo": ciladas contra o povo, aumento de impostos e repressão

Camponeses pobres e combativos unificam seu movimento

Índios e camponeses expulsam latifundiários e capital estrangeiro

Guaranis não negociam seu território

O ambiente inteiro para o imperialismo

Após tantos anos criando áreas de proteção, o imperialismo e seu governo no Brasil revelam que conservação ambiental nada mais era que formação de reservas estratégicas para o capital financeiro internacional. Congresso e gerência FMI-PT homologam a descarada entrega da Amazônia ao imperialismo.
A segurança dos algozes do nosso povo
Corpos se amontoam nas celas do Brasil. O desemprego, a miséria e a traição nacional campeiam num país de “administração” latifundiária, de tutela do capital financeiro e sob o comando severo do imperialismo. Cadeias repletas de gente que se amotina, cuja razão jamais é reconhecida. Juiz que não admite indigência e penúria é punido. Em entrevista à AND, o Juiz Livingsthon explica a irresponsabilidade do Estado e a sua atitude diante de seres humanos presos.

 
Boldrim, sim senhor

Nesses tempos em que ter juízo é ser desnacionalizado, é correto ser supranacional, colonizado (contrariar é ser do “mal”), e só tem espaço o colaboracionista, Boldrin segue dizendo coisas assim:
Minha terra é a criança pura, boa, inocente, é também o sofrido adolescente, ou então o jovem combativo e sonhador. Em tempo novo, redivivo, eis que o meu país se prepara em tom definitivo para ser tratado de senhor: Senhor Brasil.

Capa desta edição

 

 

Nesta Edição

Adriano Benayon
Ceci Juruá
Chico Lobo
Heitor Pereira
Henrique Júdice
Hugo R. C. Souza
Iraq Solidaridad
Jaguaretê
José Milbs
José Sérgio de Oliveira
Ligas dos Camponeses Pobres
Livingsthon Machado (Juiz)
Márcio Accioly
Mário Lúcio
Milton Rodriguéz
Pablo Sabra Calero
Revista Problemas
Roberto Monteiro de Oliveira (Cel.)
Rolando Boldrim
Rosana Bond
Rui Nogueira
Valter Waladares
Werá T'Jecupé
Werá Tupã
Yasmin Anukit

 
O novo blefe do Mínimo
Demagogia e crueldade no discurso do aumento do mínimo. Não serve para comer. Não serve para beber, nem para ter uma vida digna.
Resistência iraquiana, vitória dos povos

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