A Nova Democracia

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Ano XI, nº 111, 1ª quinzena de junho de 2013
http://www.anovademocracia.com.br/111/cp1.jpg
Indígenas de vários povos ocuparam novamente o canteiro de obras de Belo Monte em maio
Munduruku, Juruna, Kayapó, Xipaya, Kuruaya,
Asurini, Parakaná, Arara, Tupinambá, Terena...
Os povos indígenas defendem com bravura suas
terras invadidas pelo latifúndio, empreiteiras,
transnacionais e tropas da repressão do velho e
podre Estado. No MS, um guerreiro Terena foi assassinado
em ataque das polícias Federal e Militar.
Em Belo Monte, nações indígenas lutam contra a
ocupação de suas terras, a destruição dos recursos
naturais e a repressão policial.

O modelo petucano
Adriano Benayon conclui em seu artigo sobre o entreguismo dos gerenciamentos semicoloniais: "Não há como refugiar-se no terreno técnico, ignorando que o
impasse está no sistema político. Nada há a esperar de novas eleições presidenciais, nem vale perder tempo discutindo candidatos. O povo terá de exigir outros caminhos".

Distorcendo a realidade, o Ouvidor Agrário Nacional Gercino José da Silva Filho atacou, mais uma vez, o movimento camponês responsabilizando os movimentos que lutam pela terra pela violência no campo. A Comissão Pastoral da Terra respondeu essa provocação demonstrando quem de fato culpado pela violência no campo. Carestia
Que culpa tem o
tomate?

Goiânia
Rebelião popular contra
aumento das passagens
 


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