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| Guantânamo: A arrogância ianque |
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| De elDiario Internacional | |||
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Logo após a invasão ianque ao Afeganistão seus mandantes decidiram embarcar os prisioneiros para a base naval em Guantânamo, Cuba. Posteriormente, os ianques negaram dar status de prisioneiros de guerra aos capturados, um direito que somente eles podem conceder e que ninguém, no entender dos ianques, tem que falar nada. Dois anos depois de recolhidos em jaulas, como se fossem leões expostos ao público, os prisioneiros de Guantânamo (aproximadamente 650 detidos provenientes de 40 países) não tiveram direito a advogados e nem sequer foram submetidos a juízo algum. Alguns foram libertados assim que disseram "podem ir", sem nenhuma explicação. É como os ianques manejam as coisas.
Agora, cinco cidadãos britânicos estão sendo libertados. E os afegãos? Bem, igualmente, para os ianques, todos devem ser "terroristas da Al-Qaeda". Porém, esquecem eles que a história tem um ciclo e que o fim do "poderio ianque" se avizinha. O povo, o mundo, não poderá seguir suportando tanto abuso, tanta arrogância por muito tempo.
Nesse dia veremos os ianques... no outro lado da grade... Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
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De V. I. Lenin |
| Nº 89, maio de 2012 |
| Edición en español |