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| Opiniões - 22 |
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As lições de Alagoas
Na minha agência, nos reunimos na segunda, dia 20 de setembro, assim que o sindicato declarou a greve, no final do expediente. Na terça, de 18 funcionários, 16 ficaram fora da agência. Os dois que permaneceram eram o gerente e o gerex (cuida do abastecimento dos terminais). Minha agência é do interior e, em seus mais de vinte anos de funcionamento, nunca havia parado. As grandes agências do estado todas pararam, os postos de atendimento continuaram funcionando, pois tinham 3 ou 4 funcionários devido ao acordo do sindicato de manter 10% em funcionamento, geralmente o gerente e o gerex. Nova Democracia
Meu nome é Alex, sou de São João del-Rei, em Minas Gerais, e gostei de certas coisas que li na linha editorial de vocês. A questão do Estado assumiu (como previra Lênin) uma importância enorme nos dias que correm, e me parece que a única tática justa no Brasil é a defesa de uma democracia de novo tipo, ou de uma Nova Democracia, como vocês preferem. Entreguemos cadáveres
Sr. Editor: Hipócritas lágrimas no desertoCombatendo o oportunismoAmigos do AND,Venho comprando este fabuloso jornal desde o no 12, mas pela internet eu tenho pesquisado os números anteriores. O AND está cada vez melhor. Sou petroleiro aqui de Campos, e já formei um grupo de companheiros para ler e discutir os artigos do jornal. Algumas coisas, porém, eu ainda não alcancei no pensamento do jornal. Uma delas é o conceito de burguesia burocrática, eu nunca vi em outros livros ou artigos esta expressão. Outra coisa, nas duas últimas edições se falou de Getúlio Vargas, para mim de forma meio contraditória. Qual foi mesmo o papel dele na história? Também, queria ter mais claro esta questão, que vez por outra se escreve no AND, sobre feudalismo e semifeudalismo, como isso acontece no país do agronegócio bancado pelo sistema financeiro que é o que o capitalismo apresenta como sua fase mais avançada? Finalmente, queria dizer que achei excepcional a matéria sobre o Nepal, um pequeno país e um grande povo desafiando os donos do mundo: o império norte americano e seus prepostos na Ásia, como é o caso da burguesia indiana e os novos burgueses da China. A guerrilha nepalesa se auto define como marxista-leninista-maoísta. Já li algumas obras de Marx, como o Manifesto; Salário, preço e lucro; etc e do Lenin como o Estado e a Revolução; Duas táticas e o Que fazer?, nunca li nada de Maoísmo. Sei que o Mao dirigiu durante muitos anos a revolução na china, mas não sei a importância das suas obras como ensinamento para a revolução em outros países. Bem, se o povo do Nepal está perto de tomar o poder, com base nos seus ensinamentos, nós também precisamos conhecê-lo. Se nas próximas matérias vocês puderem arranjar um jeito de ir explicando melhor estas questões que eu coloquei, creio que ajudarão a muita gente, que, como eu, quer entender a realidade brasileira e mundial. Meu abraço e incentivo a todos vocês. Antônio Carlos por e-mail - Campos - RJ PS - a leitura do jornal tem orientado ao nosso grupo como organizar a luta contra a patronal e os pelegos que hoje freiam o movimento.
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| Nº 89, maio de 2012 |
| Edición en español |