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| Opiniões |
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Amplia a falta de democracia na UniversidadeOlá amigos do A Nova Democracia , sou uma estudante do terceiro ano do ensino médio e eu, como todos os outros estudantes em minha situação, sou objeto de brincadeira nas mãos dos velhos sanguessugas que governam esse país. Esses nesse ano se apressaram em modificar como possível o modo de ingresso nas universidades públicas, de maneira totalmente irresponsável, brincando, dessa forma, com o emocional e o futuro de milhares de estudantes. Mas umas das piores coisas que poderão acontecer é que, essa tal mobilidade de estudantes dentro do território nacional que o Lula e Fernando Haddad esbravejam aos quatros ventos, na verdade será a ocupação das vagas em várias universidades do país por estudantes do sudeste, pois esses têm um nível educacional mais elevado do que o restante do país. O que podemos ver é apenas o aumento de privilégio dos mais privilegiados; só podemos mudar isso com muita união e luta. Avante companheiros! Bárbara Chaves Um justo agradecimento* Dando nomes aos boisPrezado senhor Fausto Arruda, Fiquei feliz em saber que o senhor lê os meus e-mails. Tem uma passagem no seu artigo do AND 58 em que menciona que os brasileiros ficaram escravos das transnacionais e prestadoras de serviço como a Halliburtom. Ocorre que quem mudou o conceito de empresa nacional foi o nefasto FHC, que permitiu que empresas transnacionais entrassem até para tirar o emprego dos brasileiros. Outrossim, a maior prestadora de serviços para nós em São Paulo, para a qual todos trabalhamos é a AES Eletropaulo, que pertence a um grupo de investidores que moram em Miami. Solicito que no próximo artigo, o senhor seja mais específico para ficar mais claro. Saudações Antônio Zenivaldo Coelho Nos trens, as massas lêem ANDPatrick Granja No dia 20 de outubro, nossa reportagem acompanhou a brigada de divulgação de A Nova Democracia nos trens do Rio de Janeiro, onde, na semana anterior, milhares de trabalhadores que dependem do transporte, se revoltaram e atacaram as estações, incendiando composições e enfrentando a tropa de choque da PM de Cabral. O que impressionou foi a receptividade da massa, atenta às palavras do colaborador que discursava. Enquanto isso, outros militantes de movimentos que apóiam o jornal, distribuíam exemplares aos trabalhadores, que compravam, discutiam e davam palavras de estímulo à iniciativa conjunta do proletariado, de estudantes revolucionários e do Movimento Feminino Popular em apoiar e divulgar A Nova Democracia . O comitê de apoio ao jornal fez uma breve avaliação da atividade realizada todos os meses nos vagões lotados que partem da Central do Brasil em direção a Baixada Fluminense transportando milhares de trabalhadores. “Desde o início das brigadas de venda do AND nos trens, nós tínhamos a certeza que teríamos como público alvo uma maioria absoluta de trabalhadores, pois muitos de nós do comitê de apoio utilizamos o trem há vários anos. O gerente Sérgio Cabral chamou os trabalhadores que fizeram os protestos em outubro de vândalos, porque ele não utiliza, nem nunca utilizou, os trens superlotados e sucateados da Supervia, e nem ganha 460 reais por mês para pagar uma absurda passagem de R$2,50. Em nossas atividades de divulgação do jornal dentro dos vagões, percebemos de forma clara a revolta que o povo tem contra esse Estado parasitário. A maioria das pessoas realmente se surpreende ao ver as manchetes fortes do A Nova Democracia sempre defendendo os interesses populares. Continuaremos a fazer atividades como essas a cada edição nova do jornal em todos os ramais que partem para o subúrbio do Rio e cidades vizinhas.”
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De Ruth Werner |
| Nº 89, maio de 2012 |
| Edición en español |