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| Cartas |
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O direito do povo se rebelarGostaria de parabenizar o jornal A Nova Democracia pelo excelente trabalho que vem sendo feito, mostrando com clareza toda a verdade de um país, não se deixando intimidar com um governo que pelo visto só pensa em si mesmo. Assim sendo, sempre haverá protesto até que o povo seja visto como cidadão, como pessoa. No entanto, enquanto isso não for possível sempre haverá A Nova Democracia para denunciar a podridão embaixo dos arquivos que não quer calar, que tenta se esquivar. O povo grita por reforma agrária, por melhorias na saúde e educação, por liberdade de expressão. Queremos um país melhor, um país justo no qual possamos dizer que somos brasileiros e nos orgulhamos disso. A Nova Democracia , parabéns, estamos juntos nesta luta!!!!
Tiago Xarão Epidemia a caminho
Amigos do Jornal A Nova Democracia: tenho acompanhado
o corajoso trabalho deste jornal combativo a favor das causas populares. A
publicação tem sido, em algumas ocasiões, material pedagógico
para minhas aulas na UERJ. Abraços.
Prof. André Brown Indignação contra o 3º Plano Nacional de Direitos HumanosTodos que sofremos com a perda de pessoas tão queridas que lutaram por um novo país, em todos os tempos e particularmente os assassinados pelos gorilas do regime militar, não queremos migalhas como indenizações para calar a boca. Queremos justiça. O editorial do último número deste jornal denuncia de forma muito justa a capitulação dos que se reivindicaram tanto tempo de esquerda e se dobram e aceitam calados as exigências dos setores mais reacionários das classes dominantes deste país. Tortura, assassinato, execução sumária são coisas que acontecem todos os dias com os filhos do povo. Isto nunca deixou de acontecer. Poucos são os que ainda têm a coragem de desafiar esta política reacionária de criminalizar os lutadores do povo. Parabéns pelo trabalho do jornal. Aqui vão as palavras do grande artista Gonzaguinha, que expressam a revolta e o sentimento dos que não se abatem e acreditam na verdadeira justiça.
Achados e perdidos
Rodrigo Freitas
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| Nº 89, maio de 2012 |
| Edición en español |