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A cada mês surgem novos dados sobre o agravamento da crise geral de superprodução relativa do capitalismo monopolista. No USA, o maior país imperialista do planeta e epicentro da crise, a pobreza chega a níveis recordes. São 46,2 milhões de pobres (pessoas com rendimentos anuais inferiores a 11.139 dólares ou 22.314 para uma família de quatro pessoas). É o número mais alto desde 1952. O desemprego é o mais alto desde os anos 1980, acima dos 10%.
Na Europa, as economias das nações imperialistas estão estagnadas, à beira da recessão. Nas economias dos elos mais fracos da União Europeia, a degradação já é galopante. O Produto Interno Bruto da Grécia retrocedeu 7,3% no segundo trimestre de 2011, na comparação com o mesmo período de 2010. Em setembro o rendimento dos títulos de 2 anos da dívida pública da Grécia chegou a incríveis 55,76%. É reflexo do risco de 91%, calculado pelo banco Credit Suisse, de que o Estado grego não seja capaz de honrar seus compromissos financeiros.
No dia 14 de setembro foi realizada uma teleconferência de emergência entre o primeiro-ministro "socialista" da Grécia, George Papandreou, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, e a chanceler da Alemanha, Angela Merkel. .
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