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Ana Lúcia Nunes, de Buenos Aires
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Nilda defende punição para torturadores
No final de outubro, a Argentina condenou à prisão perpétua 12 torturadores que atuaram no regime militar. Outros quatro receberam penas de 25 a 18 anos e dois foram absolvidos. O povo argentino tomou a Plaza de Mayo em comemoração. Mas, apesar de comemorar o fato, não se esquecem de que ainda há muitos torturadores por julgar e que não se pode dizer que a justiça foi feita. Nesta edição de AND, entrevistamos Nilda Elloy, da Associação de Ex-detidos e Desaparecidos da Argentina.
AND: Qual a sua opinião sobre a Comissão da Verdade, no Brasil?
Nilda: Na Argentina houve um processo semelhante que investigava, mas não punia ninguém. .
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