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Os professores mexicanos estão em greve há mais de um mês. Eles são contrários a uma lei recém-aprovada que modifica a carreira.

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Professores mexicanos estão em greve há mais de um mês.

Os professores estão permanentemente mobilizados em grande parte do país, principalmente na capital, Cidade do México, e em Oaxaca, ao sul, desde 19 de agosto. Em 23 de setembro, marcharam do Monumento da Revolução, onde quase dez mil docentes estão acampados, até a secretaria de governo para exigir a abertura de uma mesa nacional de negociação.

Os protestos, marchas, bloqueios de ruas, ocupação de prédios públicos se espalharam por 25 estados mexicanos, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE).

Para o próximo dois de outubro é esperada uma grande mobilização em todo o país, com protestos na capital e em outras cidades. Os professores estão recebendo o apoio de várias organizações sociais e da população mexicana, principalmente do movimento estudantil.

Entre os dias 18 e 20 de outubro, a CNTE realizou uma greve cívica nacional. A intenção era se contrapor à Lei Geral de Serviço Profissional Docente (LGSPD), que determina que qualquer professor que falte três dias sem justificativa será automaticamente demitido.

Negociação

Supostamente, os dirigentes sindicais fizeram um acordo com o governo, no último 20 de setembro, para o fim da greve e do acampamento na capital mexicana. Os professores deveriam retornar às suas cidades e repor os mais de 25 dias de paralisação. Mas as bases não aceitaram a decisão e convocaram a categoria a radicalizar os protestos, já que não houve avanços significativos nas negociações.

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