Música nativista de cunho social

http://www.anovademocracia.com.br/115/14a.jpgViolonista, cantor e compositor, o gaúcho Antônio Gringo canta a música nativista do Rio Grande do Sul, os ritmos da sua terra. Filho de camponeses pobres, Antônio escreve letras voltadas para temática de cunho social, falando da luta e da poesia do homem do campo, o pequeno agricultor, tudo com uma linguagem regional.

— Meu envolvimento com música é desde a infância, tocando com meus irmãos dentro de casa em Rodeio Bonito, norte do Rio Grande do Sul, região do Alto Uruguai. Depois dos 17 anos de idade mudei para Porto Alegre, onde residi por sete anos, tentando carreira de músico e cantor em emissoras de rádio, tocando em alguns circos — conta Antônio.

— Lá em Porto Alegre recebi o nome artístico de 'Gringo', pelo fato de ser filho de imigrantes italianos. A ideia foi do José Mendes, um cantor que ficou bastante conhecido há algumas décadas com a música Pára Pedrocontinua.

Depois desse tempo em Porto Alegre, Antônio Gringo voltou para o interior, Frederico Westphalen, município vizinho de Rodeio Bonito.

— Senti necessidade dos estudos para poder me articular melhor. Não havia tido essa oportunidade quando criança. Lá consegui terminar o segundo grau, mas não parei com música, inclusive nessa época fundei dois grupos, um de música popular brasileira, que durou pouco tempo, e o outro de música gaúcha, Os quatro ventos, com quem atuo até hoje — diz.

— Depois me mudei para Santa Maria, que fica no coração do estado, e lá morei por 25 anos, criando meus três filhos, o Guto, a Nina e Graziela Wirth, todos músicos que seguem carreira no Rio de Janeiro. Hoje estou residindo em Estrela, um município próximo de Porto Alegre — continua.{loadpositionpublic au}

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