Lutas de Libertação Nacional

Palestina: Meninos condenados a pena de morte

Com informações de publinews.gt

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Os jovens Ali Shamlawi, Mohamad Kleib, Mohamad Suleiman, Ammar Souf e Tamer Souf enfrentam uma condenação de cadeia perpétua. São acusados de atirar pedras contra o veículo de um colono israelense que sofreu um acidente. Os menores negam estar envolvidos no caso e suas famílias apelam à justiça internacional.

O carro onde se encontravam os colonos israelenses chocou-se contra um caminhão que estava parado próximo ao assentamento ilegal de Yakir. O caminhoneiro alegou estar parado porque havia furado um pneu. Os colonos testemunharam contra o grupo de meninos palestinos.

As organizações de direitos humanos denunciam que 74% das crianças palestinas presas pelo regime de Israel são objetos de violência física durante a prisão e a transferência para o cárcere ou interrogatório.

A “autoridade” israelense é a única no mundo que processa em tribunais militares crianças sem sequer assegurar-lhes um juízo justo e com garantias. Segundo as últimas estatísticas, 173 crianças palestinas se encontram em cárceres israelenses, 16 delas têm entre 12 e 16 anos.

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Crianças comem grama para não morrer

Dando prosseguimento aos sofrimentos infligidos, porém superados pelo bravo povo palestino, foi noticiado em meios de comunicação internacionais a situação vivida por refugiados palestinos no acampamento de Yarmouk, na periferia de Damasco, na Síria, onde pelo menos 40 pessoas já morreram de inanição.

Um vídeo enviado à página de notícias R7 pela jornalista palestina Dima Nader Da’na e publicado no Youtube mostra imagens de crianças que são obrigadas a comer grama por causa da fome. “Nós estamos comendo comida de vaca”, diz um dos meninos.


Irã: 400 presos políticos executados

Os presos políticos no Irã sofrem terríveis condições carcerárias e são inúmeras as denúncias de torturas, longos períodos de isolamento completo, péssima alimentação, ausência de cuidados médicos, etc.

Poucas notícias atravessam os muros medievais das câmaras de tortura e morte do velho Estado iraniano. Em novembro do ano passado, um comunicado do Partido Comunista do Irã (Marxista-Leninista-Maoísta), publicado em paginavermelha.org, fez a denúncia da execução de Habibullah Golparipour, um jovem ativista curdo que estava numa prisão iraniana há três anos, e que foi executado em 23 de outubro de 2013, em Orumieh, no noroeste do país, acusado de atividades anti-regime. O comunicado denuncia que Habibullah sofreu terríveis torturas e longos períodos passados em isolamento na prisão, mas não cedeu perante as brutalidades.

O comunicado do PCI (MLM) destacava que “há uma longa lista de jovens das províncias do Curdistão, Baluchistão e Khuzestão à espera de serem executados e, ao mais leve sinal de agitação nessas regiões, alguns deles serão enforcados” pelo velho Estado iraniano.

Após a eleição de Hassan Rouhani como novo presidente do Irã em meados do ano passado, proliferaram notícias de “libertação de presos políticos” pelo velho Estado. No entanto, desde a eleição de Hassan Rouhani, mais de 400 pessoas foram executadas nas masmorras iranianas apenas no segundo semestre de 2013. Organizações de defesa dos direitos dos povos estimam que, nos dias atuais, mais de 5 mil presos políticos estão condenados a morte no país.

Em seu comunicado de novembro de 2013, o PCI (MLM) afirma que “a crueldade e os brutais planos do regime não devem e não irão ficar sem resposta. Só com uma verdadeira revolução independente dos imperialistas e reacionários poderemos dar a estes crimes a resposta que eles merecem”.

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Camboja: Repressão contra trabalhadores têxteis

Cerca de duzentos trabalhadores têxteis que se reuniram em uma praça da capital Phnom Penh em protesto pelo aumento dos salários no setor foram violentamente reprimidos pelas forças policiais no dia 26 de janeiro. Os trabalhadores também exigiam a libertação de 23 trabalhadores presos durante os últimos protestos ocorridos no primeiro mês do ano na cidade.

Os trabalhadores não se intimidaram frente a repressão e enfrentaram corajosamente as forças policiais durante horas. Há informações de que dez trabalhadores e dez policiais ficaram feridos nesse confronto.

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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