Jogo pesado no poder mundial

  1. Há enorme descompasso entre o modo de operar das grandes potências, especialmente as hegemônicas, e a percepção dele pelos cidadãos dessas potências e pelos povos à mercê delas.
  2. Os centros de formação de opinião cuidam de manter inquestionada a suposta boa-fé dos dirigentes das ditas potências, servidores da oligarquia financeira. A “informação” da grande mídia seleciona, ao gosto dos oligarcas, as notícias e distorce as que não consegue ocultar.
  3. Além disso, o sistema de poder age, há mais de um século, sobre os públicos-alvos para que absorva acriticamente a pseudo-informação, abusando da psicologia aplicada e de recursos tecnológicos aplicados sobre os órgãos sensores.
  4. Isso inclui inculcar o hábito dos jogos e mensagens eletrônicos em crianças acima de dois anos (e até menos), formando seres humanos (?) capazes de reações ultrarrápidas, mas pouco afeitos ao raciocínio lógico e analítico. Exclui o contato direto entre as pessoas, que só se comunicam através dos meios eletrônicos.
  5. Já nos anos de 1960, constatava-se a despolitização da sociedade, alienada e inundada de marketing e merchandising, e a concentração financeira e econômica continua conduzindo ao absurdo, sem que as instituições ditas democráticas ofereçam chances às grandes maiorias marginalizadas de mudar essa situação.
  6. Joseph Stiglitz escreveu, em 2011, que os EUA se tornavam um país “dos 1%, pelos  1% e para os 1%”. Esses já recebiam quase 25% da renda e controlavam 40% da riqueza. No âmbito mundial, informa relatório do banco Crédit Suisse, os 1% dos mais ricos controla 50% da riqueza.
  7. As transformações estruturais têm sido desfavoráveis ao emprego e ao equilíbrio na distribuição da renda. Dos anos 50 ao presente, os lucros da indústria manufatureira caíram de 60% do total para 20%, e os do setor financeiro subiram de 10% para 30%. 

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

Nunca recebemos um centavo de bancos ou partidos eleitoreiros. Todo nosso financiamento sempre partiu do apoio de nossos leitores, colaboradores e entusiastas da imprensa popular e democrática. Nesse contexto em que as lutas populares tendem a tomar novas proporções é mais do que nunca necessário e decisivo o seu apoio.

Se você acredita na Revolução Brasileira, apoie a imprensa que a ela serve - Clique Aqui

LEIA TAMBÉM

Edição impressa

Endereços

Jornal A Nova Democracia
Editora Aimberê

Avenida Rio Branco 257, SL 1308 
Centro - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 2256-6303
E-mail: [email protected]

Comitê de Apoio em Belo Horizonte
Rua Tamoios nº 900 sala 7
Tel.: (31) 3656-0850

Comitê de Apoio em São Paulo
Rua Silveira Martins 133 conj. 22 - Centro

E-mail: [email protected]om
Reuniões semanais de apoiadores
todo sábado, às 9h30

Seja um apoiador você também:
https://www.catarse.me/apoieoand

Expediente

Diretor Geral 
Fausto Arruda (licenciado)
Victor Costa Bellizia (provisório)

Editor-chefe 
Victor Costa Bellizia

Conselho Editorial 
Alípio de Freitas (In memoriam)
Fausto Arruda
José Maria Galhasi de Oliveira
José Ramos Tinhorão (In memoriam)
Henrique Júdice
Matheus Magioli Cossa
Paulo Amaral 
Rosana Bond

Redação
Ana Lúcia Nunes
João Alves
Taís Souza
Gabriel Artur
Giovanna Maria
Victor Benjamin

Ilustração
Victor Benjamin